Você já ouviu falar em Dual-core, Quad-core, Octa-cora, Deca-cora? Provavelmente sim, deve ter visto esses termos ao verificar a especificação técnica de um processador, portanto não é algo tão surpreendente assim. Muito ainda sabem exatamente o que significam: dual-core é igual a dois núcleos; quad-core é igual a quatro núcleos; octa-core é igual a oito núcleos; deca-core é igual a dez núcleos, e assim por diante. Porém, o que você está prestes a conhecer ultrapassa todos os limites do imaginável: uma CPU com impressionantes mil núcleos.
Desenvolvido pela UC Davis, o primeiro processador Kilo-core é um componente capaz de lidar com qualquer atividade que exija tarefas simultâneas. A CPU com mil núcleos é capaz de trabalhar facilmente com encriptação, tratamento de grande quantidade de dados científicos, codificação de vídeos e outras atividades que exijam muito processamento de informações.
Porém, a performance não é o único destaque desse processador. Graças a sua habilidade de desligar cada um dos núcleos individualmente, o chip é capaz de lidar com 115 bilhões de instruções por segundo consumindo apenas 0,7 W de potência. Para entender a eficiência energética, os pesquisadores afirmam que bastaria duas pilhas AA para abastecer o conjunto.
Bevan Baas, professor de elétrica e engenharia da computação se orgulha da criação da UC Davis: "Para o melhor do nosso conhecimento, esse é o primeiro chip de 1000 núcleos do mundo e é o processador com o clock mais alto já projetado em uma universidade". Essa CPU Kilo-core possui um poder computacional máximo de 1,78 trilhões de instruções por segundo e contém 621 milhões de transistores.
(imagem do primeiro processador com 1.000 núcleos já criado- imagem/Tecmundo)
Longe da realidade
Embora surpreendente, é improvável que esse processador Kilo-core comece a ser produzido em massa nos próximos meses. Criado em parceria com a IBM, o chip foi fabricado com base em um processo relativamente antigo para a indústria, utilizando os 32 nanômetros de litografia.
Hoje, os processadores mais modernos já utilizam o processo de fabricação de 14 nanômetros, o que mostra que essa CPU de mil núcleos ainda tem um longo caminho para alcançar os chips mais modernos. Entretanto, agora sabemos que os nossos dispositivos ainda estão muito longe de alcançar o limite de núcleos que é possível adicionar a um chip.
Li-fi é a nova tecnologia que promete ser 100 vezes mais rápida que a rede Wi-fi atual.
Sabemos que existe tecnologia de internet através de energia
elétrica, aqui no Brasil é comercializado por algumas empresas
especializadas no assunto. Mas agora eis que surge a nova tecnologia de
conexão, a LI-FI. A Li-Fi, do termo inglês "Light Fidelity", é uma
tecnologia que emprega luz para transmitir dados em alta velocidade.
Diferente da Wi-fi que usa ondas de rádio, a Li-Fi usa lâmpadas de LED
para transmitir as informações. O quão rápida pode ser a Li-Fi? A Li-Fi
pode transmitir velocidades até 100 Gbps e, possivelmente ainda mais,
mas isso exigiria uma mudança na tecnologia de iluminação. Relatórios de
testes recentes mostram que Li-fi é 100 vezes mais rápido do que Wi-Fi
tradicional, onde atuam em velocidades médias de WiFi a 10 Mbps.
Quando
surgiu a Li-Fi? A Li-Fi surgiu através das pesquisas do professor
Harald Haas, que é presidente das Comunicações Móveis da Universidade de
Edimburgo e co-fundador da pureLiFi. Ele foi a primeira pessoa a
estudar a tecnologia. Usou o termo pela primeira vez durante uma
palestra do TED, em 2011. Mas o projeto em 2010 já começou a receber
financiamentos para seu desenvolvimento, pelo instituto de Edimburgo.
Vídeo da palestra do TED do professor Haas
Como funciona a Li-Fi?
A tecnologia Li-Fi usa uma lâmpada real para estabelecer uma
comunicação de dados. A partir de lâmpadas de LED, você será capaz de:
Enviar dados, ouvir música, olhar os vídeos e, finalmente, para se
conectar à Internet. A tecnologia (CLV) Visible Light Communications,
funciona com piscadas das lâmpadas, a famosa frequência. Onde são
ligadas e desligadas as lâmpadas em períodos de nanossegundos, o que
torna imperceptível aos olhos e ouvidos humanos. Os LEDs são diferentes
de qualquer outro tipo de lâmpadas, pois são semicondutores. Esta
característica dá aos LEDs a capacidade de ligar e desligar em
nanossegundos. Um receptor capta esta frequência de piscadas, através de
um foto detector, e consegue identificar as informações que estão sendo
enviadas. Assim como um modem faz hoje com os sinais eletromagnéticos
que são transmitidos através de cabos par trançados ou coaxiais, e
também como as fibras ópticas atuam.
Desvantagem
Mas sabemos que ondas de luz não podem penetrar
paredes, como ondas de rádio fazem, desta forma a Li-Fi tem seu alcance
diminuído a cômodos de sua casa ou escritório, por exemplo. Entretanto,
basta que cada cômodo tenha as lâmpadas que possam enviar as
informações.
Vantagens
A Li-Fi possui vantagem de apta para uso em áreas
sensíveis à ondas eletromagnéticas, como cabines de aeronaves, hospitais
e usinas nucleares, pois obviamente não possuem ondas eletromagnéticas.
Outra vantagem é que o espectro da luz visível é 10 mil vez maior que
todo o espectro da rádio frequência. E a US Federal Communications
Commission tem alertado para uma potencial crise no espectro da Wi-Fi,
que está próximo de atingir o seu limite. Os pesquisadores também veem a
Li-Fi como uma vantagem em relação a hackers, pois seu Wi-Fi está
"visível" fora do ambiente de casa ou do escritório, já a Li-Fi não
consegue atravessar paredes, o que mantêm a rede dentro dos ambientes.
Veja um vídeo com a capacidade de transmitir diferentes informações com
base em cada lâmpada:
Alguns Testes
Um teste feito em 2013, por Chi Nan, professor de
Tecnologia da Informação da Fudan University, localizada em Shanghai, na
China, conseguiu manter quatro computadores conectados à Internet por
meio de apenas uma lâmpada de LED com um alcance de 150 Mbps. Já os
pesquisadores alemães atingiram a marca de 500 Mbps com aparelhos
colocados a 2 m um dos outros. Com a distância de 20 m, a velocidade
caiu para 100 Mbps. Até então, a velocidade mais rápida relatada era de 3
Gb/s, pelo Instituto Heinrich Hertz Fraunhofer, na Alemanha.
O que
preciso para funcionar Li-Fi dentro da minha casa?
Primeiramente, você
vai continuar a receber a internet do seu provedor, só que o modem que
vai transmitir a internet para seu ambiente, vai ser um modem conectado a
rede elétrica da casa. As lâmpadas precisam ser as transmissoras, ou
seja, precisaria trocá-las. E seus dispositivos terem um sensor foto
detector para receber os impulsos elétricos e converter em dados.
Aparentemente está longe de termos a tecnologia funcionando em nossos
lares, porém com o avanço das pesquisas, poderemos ter em alguns anos.
Os dispositivos necessários não devem ser caros. Empresas como Samsung
já cogitam inserir os detectores em seus próximos smartphones. Outro
ponto essencial é o apoio da indústria para essa nova tecnologia,
principalmente os fabricantes de dispositivos móveis, que é categoria de
aparelhos que o Li-Fi trabalhará diretamente. Fabricantes como Samsung e
LG já estão cogitando incluir sensores Li-Fi em seus futuros
smartphones.
E aí, o que achou da nova tecnologia? Estaria disposto a
mudar Wi-Fi para Li-Fi?
A evolução dos drones está acontecendo a passos largos: começamos com
alguns por pura diversão, que viraram ótimos acessórios para filmagens profissionais, e partimos para o transporte de passageiros
– não como um helicóptero e mais para um carro voador particular.
Tirando as aplicações militares, todos os equipamentos exigiam que um
humano interagisse, mas, em breve, talvez isso não seja mais necessário.
A
empresa Airobotics, de Tel Aviv, está lançando um drone totalmente
autônomo, capaz de se lançar e fazer a própria manutenção
automaticamente. Ele poderia ser usado para fazer patrulhas e controles
que são baseados em tarefas repetidas ou em trajetos simples.
Seu sistema é composto por três partes: o próprio drone, uma base
operacional robótica e um software de comando. O vigia robotizado pode
carregar objetos de 1 kg por até 30 minutos e, quando termina sua
tarefa, ele pousa sozinho sobre a base e tem suas baterias trocadas por
um braço robótico.
Tudo isso é controlado por um sofware integrado que permite que o
usuário crie uma rotina com trajetos e ações, além de possibilitar a
coleta de informações e imagens em tempo real.
O setor de
mineração, mapeamento aéreo, de manutenção agrícola e o de dominação
mundial certamente estão entre os maiores beneficiados. A Skynet agradece.