terça-feira, 5 de julho de 2016

Conheça os 10 computadores marcante da história





A pesar de já ser um recurso utilizado por bilhões de pessoas ao redor do mundo, o computador tem uma história um tanto curta, já que o equipamento não surgiu há muito tempo. Apesar de a existência dos PCs ser “breve”, há muitos pontos marcantes nestas décadas que o equipamento vem nos ajudando diariamente.

Neste mini, vamos listas os dez computadores mais icônicos, populares e marcantes do mundo da informática. Portanto, se você acompanha esse mercado de eletrônicos há muito tempo, certamente vai reconhecer algumas das joias raras apresentadas abaixo. Confira:

1 – Commodore 64

Vamos começar a lista com o maioral dos computadores: o Commodore 64. O nome veio por conta da sua potência, que continha 64 KB de memória RAM (sim, kilobytes, não megabytes ou gigabytes) e um processador com frequência de 1 MHz, que, na época, eram especificações incríveis.

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Entretanto, a cereja do bolo era a combinação de sua placa de som e a sua placa gráfica, a qual o tornava muito mais poderoso. Caso o consumidor quisesse, era possível conectá-lo a uma televisão, algo que fez do Commodore 64 um híbrido de computador e video game. Em virtude do preço em conta (US$ 595 na época, enquanto os concorrentes custavam mais de US$ 1 mil) em 1982, o PC vendeu cerca de 17 milhões de unidades, mas há estimativas de que possam ter sido quase 30 milhões. O produto parou de ser fabricado apenas em 1994.

Commodore 64

2 – Apple II

Em 1977, a Apple lançou um dos computadores mais bem-sucedidos do mundo: o Apple II. Ele era relativamente caro na época: custava cerca de US$ 1,3 mil. Apesar de o preço ser elevado, os slots expansíveis para colocar até 48 KB de memória RAM (ele vinha originalmente com apenas 4 KB) e o processador de 1 MHz o tornavam ideal para empresas.

A grande novidade era a entrada para discos flexíveis (os famosos disquetes) de 5”1/4, que permitiam ler e escrever informações provenientes de outras fontes. Durante os 5 anos em que foi produzido, o computador 1 milhão de cópias, um número significativo para uma época em que os PCs ainda engatinhavam.


Apple II

3 – Timex Sinclair 1000

O grande atrativo do Timex Sinclair 1000 era o preço , que é impressionante até para os padrões atuais: apenas US$ 95. Ele não era muito potente, pois tinha apenas 2 KB de RAM e um processador de 3,25 MHz, mas servia como um bom ponto de entrada no mundo dos computadores.


O equipamento oferecia suporte para aprimoramentos, com slots para memória RAM e disquetes. Em grande maioria, os consumidores eram entusiastas que queriam conhecer mais do mundo da tecnologia. O dispositivo vendeu cerca de 600 mil unidades, um excelente número para a época.




Timex Sinclair 1000

4 – Deep Blue

O nome do computador pode ser familiar para o público mais velho, mas certamente vai deixar os mais novos intrigados. O Deep Blue foi um projeto da IBM que começou a ser desenvolvido em 1985 com o propósito de se especializar em jogos de xadrez. Porém, foi somente em 1996 que o computador jogou contra Garry Kasparov, o campeão mundial de xadrez.

Na ocasião, a partida foi acirrada e Kasparov ganhou o jogo, mas perdeu alguns rounds. Entretanto, em 1997 o computador foi aprimorado e ganhou com muito mais folga do campeão, que não ficou nada contente com o resultado, alegando trapaça da companhia. O atleta pediu uma revanche para a IBM, mas a empresa negou e arquivou o projeto. Anos depois, um erro de programação foi revelado e pode ter sido o ponto definitivo que prejudicou Kasparov.


Deep Blue

5 – MSX

Os gamers de plantão devem reconhecer o nome deste computador com mais familiaridade. O MSX era um tipo de hardware produzido pelas gigantes japonesas da tecnologia, como Toshiba e Sony, com especificações similares. O computador utilizava o Microsoft BASIC como OS e não era tão caro quanto os concorrentes, portanto vendeu mais de 5 milhões de unidades.

Apesar de ter um bom custo-benefício e ser bem popular no Japão, o equipamento ficou famoso por contar com alguns jogos marcantes, tais como o primeiro Metal Gear e Snatcher (ambos do lendário Hideo Kojima), Vampire Killer (nome japonês do primeiro Castlevania) e Bomber Man.


MSX rodando Metal Gear

6 – iMac

Nos anos 90, a Apple perdeu muito espaço para a Microsoft, que arrebentava em vendas com o Windows. Para competir e apresentar algo mais chamativo, a empresa da Maçã lançou o iMac, o primeiro produto da companhia a contar com o “i” no nome – que posteriormente seria herdado pelos iPhones e iPods.

O grande destaque era o design do computador, que fugia dos tediosos tons de bege convencionais da época. Apesar de não ter vendido muitas unidades em comparação com os outros dispositivos da Apple, ele foi um marco no mundo dos PCs.

iMac

7 – Commodore Amiga

O Amiga foi um belo upgrade nos computadores da época, principalmente quando comparado com os dispositivos da própria empresa, como o 64 listado acima. O hardware receebeu uma atualização significativa, ganhando um processador de 32 bits e com frequência de 7 MHz (os demais eram 8 bits), 512 KB de memória RAM, entrada para disquetes de 3,5 polegadas e display com 4.096 cores.

Todo o pacote saía por US$ 700, um preço relativamente bom na época. A arquitetura de hardware do dispositivo era muito boa, com microprocessadores dedicados para outras funções da máquina, como áudio e vídeo. Houve diversas versões, mas a primeira foi a mais famosa, sendo utilizada para jogos e outros softwares de áudio e vídeo.


Commodore Amiga

8 – ZX Spectrum

O ZX Spectrum foi a aposta de hardware mais aprimorado da Sinclair. Enquanto o Timex 1000 era um modelo mais de entrada, o Spectrum era mais robusto, com teclado embutido e 16 KB de memória RAM. O equipamento tinha um bom custo benefício na época (cerca de 125 libras no Reino Unido) e foi o responsável por popularizar essa tecnologia na Inglaterra.


ZX Spectrum

9 – IBM PC

Esse dispositivo pode ser considerado o pai de todos os computadores pessoais modernos. A história desse equipamento já foi contada em vários filmes, e por um bom motivo: ele popularizou e ajudou a tecnologia a ser difundida em meios mais populares. O PC com chipset Intel e sistema baseado no Windows (MS-DOS) contava com um bom hardware, como um processador Intel 8088 e 16 KB de RAM. No total, o equipamento saía por US$ 1,6 mil.


IBM PC

10 – ENIAC

O ENIAC (Electronic Numerical Integrator And Computer) era um computador monstruosamente grande, mas foi o primeiro da categoria eletrônica do mundo (o Mark I era eletromecânico). O dispositivo começou a ser desenvolvido em 1943 para ajudar em cálculos de balística na Segunda Guerra Mundial, mas o PC só foi completado depois das batalhas.

Há algumas curiosidades muito interessantes a respeito do ENIAC, como o fato de ser operado por mulheres e contar com muitas peças para funcionar, mais especificamente 17.468 válvulas termiônicas, 7,2 mil diodos de cristal, 1,5 mil relés, 70 mil resistores e 10 mil capacitores.



ENIAC







terça-feira, 28 de junho de 2016

Kilo-core - primeiro processador com 1.000 núcleos

Você já ouviu falar em Dual-core, Quad-core, Octa-cora, Deca-cora? Provavelmente sim, deve ter visto esses termos ao verificar a especificação técnica de um processador, portanto não é algo tão surpreendente assim. Muito ainda sabem exatamente o que significam: dual-core é igual a dois núcleos; quad-core é igual a quatro núcleos; octa-core é igual a oito núcleos; deca-core é igual a dez núcleos, e assim por diante. Porém, o que você está prestes a conhecer ultrapassa todos os limites do imaginável: uma CPU com impressionantes mil núcleos.

Desenvolvido pela UC Davis, o primeiro processador Kilo-core é um componente capaz de lidar com qualquer atividade que exija tarefas simultâneas. A CPU com mil núcleos é capaz de trabalhar facilmente com encriptação, tratamento de grande quantidade de dados científicos, codificação de vídeos e outras atividades que exijam muito processamento de informações.

Porém, a performance não é o único destaque desse processador. Graças a sua habilidade de desligar cada um dos núcleos individualmente, o chip é capaz de lidar com 115 bilhões de instruções por segundo consumindo apenas 0,7 W de potência. Para entender a eficiência energética, os pesquisadores afirmam que bastaria duas pilhas AA para abastecer o conjunto.

Bevan Baas, professor de elétrica e engenharia da computação se orgulha da criação da UC Davis: "Para o melhor do nosso conhecimento, esse é o primeiro chip de 1000 núcleos do mundo e é o processador com o clock mais alto já projetado em uma universidade". Essa CPU Kilo-core possui um poder computacional máximo de 1,78 trilhões de instruções por segundo e contém 621 milhões de transistores.
(imagem do primeiro processador com 1.000 núcleos já criado- imagem/Tecmundo)

Longe da realidade


Embora surpreendente, é improvável que esse processador Kilo-core comece a ser produzido em massa nos próximos meses. Criado em parceria com a IBM, o chip foi fabricado com base em um processo relativamente antigo para a indústria, utilizando os 32 nanômetros de litografia.

Hoje, os processadores mais modernos já utilizam o processo de fabricação de 14 nanômetros, o que mostra que essa CPU de mil núcleos ainda tem um longo caminho para alcançar os chips mais modernos. Entretanto, agora sabemos que os nossos dispositivos ainda estão muito longe de alcançar o limite de núcleos que é possível adicionar a um chip.

Fonte: TecMundo


quarta-feira, 22 de junho de 2016

Você sabe o que é Li-Fi?


Li-fi é a nova tecnologia que promete ser 100 vezes mais rápida que a rede Wi-fi atual.


Sabemos que existe tecnologia de internet através de energia elétrica, aqui no Brasil é comercializado por algumas empresas especializadas no assunto. Mas agora eis que surge a nova tecnologia de conexão, a LI-FI. A Li-Fi, do termo inglês "Light Fidelity", é uma tecnologia que emprega luz para transmitir dados em alta velocidade. Diferente da Wi-fi que usa ondas de rádio, a Li-Fi usa lâmpadas de LED para transmitir as informações. O quão rápida pode ser a Li-Fi? A Li-Fi pode transmitir velocidades até 100 Gbps e, possivelmente ainda mais, mas isso exigiria uma mudança na tecnologia de iluminação. Relatórios de testes recentes mostram que Li-fi é 100 vezes mais rápido do que Wi-Fi tradicional, onde atuam em velocidades médias de WiFi a 10 Mbps.
Quando surgiu a Li-Fi? A Li-Fi surgiu através das pesquisas do professor Harald Haas, que é presidente das Comunicações Móveis da Universidade de Edimburgo e co-fundador da pureLiFi. Ele foi a primeira pessoa a estudar a tecnologia. Usou o termo pela primeira vez durante uma palestra do TED, em 2011. Mas o projeto em 2010 já começou a receber financiamentos para seu desenvolvimento, pelo instituto de Edimburgo.

Vídeo da palestra do TED do professor Haas




Como funciona a Li-Fi?



A tecnologia Li-Fi usa uma lâmpada real para estabelecer uma comunicação de dados. A partir de lâmpadas de LED, você será capaz de:
Enviar dados, ouvir música, olhar os vídeos e, finalmente, para se conectar à Internet. A tecnologia (CLV) Visible Light Communications, funciona com piscadas das lâmpadas, a famosa frequência. Onde são ligadas e desligadas as lâmpadas em períodos de nanossegundos, o que torna imperceptível aos olhos e ouvidos humanos. Os LEDs são diferentes de qualquer outro tipo de lâmpadas, pois são semicondutores. Esta característica dá aos LEDs a capacidade de ligar e desligar em nanossegundos. Um receptor capta esta frequência de piscadas, através de um foto detector, e consegue identificar as informações que estão sendo enviadas. Assim como um modem faz hoje com os sinais eletromagnéticos que são transmitidos através de cabos par trançados ou coaxiais, e também como as fibras ópticas atuam.

Desvantagem

Mas sabemos que ondas de luz não podem penetrar paredes, como ondas de rádio fazem, desta forma a Li-Fi tem seu alcance diminuído a cômodos de sua casa ou escritório, por exemplo. Entretanto, basta que cada cômodo tenha as lâmpadas que possam enviar as informações.

Vantagens

A Li-Fi possui vantagem de apta para uso em áreas sensíveis à ondas eletromagnéticas, como cabines de aeronaves, hospitais e usinas nucleares, pois obviamente não possuem ondas eletromagnéticas. Outra vantagem é que o espectro da luz visível é 10 mil vez maior que todo o espectro da rádio frequência. E a US Federal Communications Commission tem alertado para uma potencial crise no espectro da Wi-Fi, que está próximo de atingir o seu limite. Os pesquisadores também veem a Li-Fi como uma vantagem em relação a hackers, pois seu Wi-Fi está "visível" fora do ambiente de casa ou do escritório, já a Li-Fi não consegue atravessar paredes, o que mantêm a rede dentro dos ambientes. Veja um vídeo com a capacidade de transmitir diferentes informações com base em cada lâmpada:


Alguns Testes 





Um teste feito em 2013, por Chi Nan, professor de Tecnologia da Informação da Fudan University, localizada em Shanghai, na China, conseguiu manter quatro computadores conectados à Internet por meio de apenas uma lâmpada de LED com um alcance de 150 Mbps. Já os pesquisadores alemães atingiram a marca de 500 Mbps com aparelhos colocados a 2 m um dos outros. Com a distância de 20 m, a velocidade caiu para 100 Mbps. Até então, a velocidade mais rápida relatada era de 3 Gb/s, pelo Instituto Heinrich Hertz Fraunhofer, na Alemanha.

O que preciso para funcionar Li-Fi dentro da minha casa? 


Primeiramente, você vai continuar a receber a internet do seu provedor, só que o modem que vai transmitir a internet para seu ambiente, vai ser um modem conectado a rede elétrica da casa. As lâmpadas precisam ser as transmissoras, ou seja, precisaria trocá-las. E seus dispositivos terem um sensor foto detector para receber os impulsos elétricos e converter em dados. Aparentemente está longe de termos a tecnologia funcionando em nossos lares, porém com o avanço das pesquisas, poderemos ter em alguns anos.

Os dispositivos necessários não devem ser caros. Empresas como Samsung já cogitam inserir os detectores em seus próximos smartphones. Outro ponto essencial é o apoio da indústria para essa nova tecnologia, principalmente os fabricantes de dispositivos móveis, que é categoria de aparelhos que o Li-Fi trabalhará diretamente. Fabricantes como Samsung e LG já estão cogitando incluir sensores Li-Fi em seus futuros smartphones.

E aí, o que achou da nova tecnologia? Estaria disposto a mudar Wi-Fi para Li-Fi?

Fonte: TecMundo

Independente: drone autônomo não precisa de qualquer intervenção humana

A evolução dos drones está acontecendo a passos largos: começamos com alguns por pura diversão, que viraram ótimos acessórios para filmagens profissionais, e partimos para o transporte de passageiros – não como um helicóptero e mais para um carro voador particular. Tirando as aplicações militares, todos os equipamentos exigiam que um humano interagisse, mas, em breve, talvez isso não seja mais necessário.

A empresa Airobotics, de Tel Aviv, está lançando um drone totalmente autônomo, capaz de se lançar e fazer a própria manutenção automaticamente. Ele poderia ser usado para fazer patrulhas e controles que são baseados em tarefas repetidas ou em trajetos simples.

Seu sistema é composto por três partes: o próprio drone, uma base operacional robótica e um software de comando. O vigia robotizado pode carregar objetos de 1 kg por até 30 minutos e, quando termina sua tarefa, ele pousa sozinho sobre a base e tem suas baterias trocadas por um braço robótico.

Tudo isso é controlado por um sofware integrado que permite que o usuário crie uma rotina com trajetos e ações, além de possibilitar a coleta de informações e imagens em tempo real.
O setor de mineração, mapeamento aéreo, de manutenção agrícola e o de dominação mundial certamente estão entre os maiores beneficiados. A Skynet agradece.

 
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